segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Indústria do nada x nada


Desperdiçamos um bom tempo de nossas vidas com coisas que não acrescentam nada. Se pararmos para pensar, notaremos o quanto deixamos de viver utilmente. Atualmente pessoas vazias encabeçam os itens de primeira necessidade; embora não saibam nada, não façam nada, não acrescentem nada, mas conseguem ser vitais na sociedade.

O corpo ou uma parte específica dele responde por um todo, as mulheres frutas não me deixam mentir. Basta ter um belo trazeiro, peitos turbinados, corpo bem definido que 70% da vida fica facilitada. Aliás, a maioria das pessoas querem as tais “facilidades”. Então, engravidar de jogador de futebol, entrar num escândalo com famoso, ter um caso com político, já são pré-requisitos que habilitam o indivíduo para fama e dinheiro. Mas isso é culpa de quem? Da gente, que acha bonito, aplaude e compra produtos dessas sub-personalidades. Assim o mercado nunca para, só aumenta.

2 comentários:

  1. Existe também alguns serviços 'esquisitos' geralmente solicitados por integrantes da classe média brasileira, tais como 'hotéis para cachorros', 'cemitérios para cães', etc. Quanto à questão estética, acho válida, desde que não tranforme o corpo num poço de frustrações, coisa que temos presenciado muito hoje em dia...

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  2. Só pra exercitar meu lado amante dos bichos: não vejo muitos problemas nos alojamentos pra animais, já que, se você tem um, vai viajar e não tem um parente ou amigo que se habilite a ficar com ele, o jeito é contratar o serviço de algum profissional.

    E, quanto ao cemitério de animais, acho crueldade botar o pobre bicho no latão de lixo pra mandar pro aterro público (o popular lixão). E, em várias cidades, se você enterrar seu animal de estimação no jardim/quintal de casa e a prefeitura souber, leva uma multa braba! Melhor colocar alguém que te deu tanta alegria num lugar mais digno. Mesmo que seja um crematório coletivo. Você não jogaria o corpo de seu pai, de sua mãe ou de um ente querido no lixão, jogaria?

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