sábado, 26 de junho de 2010

Por que as igrejas não pagam impostos se elas cobram impostos?

No nosso amado Brasil, tudo que é vendido há inúmeros impostos por trás do produto final, da simples paçoca ao luxuoso carrão levam facadas do imposto de renda, entretanto, as igrejas estão livres dos tributos que nós meros mortais pagamos, e quando não pagamos a coisa esquenta, melhor, ferveeeeeee. A Folha de São Paulo publicou uma reportagem, na qual mostrava como é fácil fundar uma igreja. O jornal criou a Igreja Heliocêntrica do Sagrado Evangélio de forma rápida e prática, pronta para lucrar. Confira a reportagem completa.

Folha de São Paulo abre uma igreja para criticar a isenção de impostos

Após fundar igreja, reportagem da Folha de São Paulo abre conta bancária e faz aplicação isenta de Imposto de Renda. Além de vantagens fiscais, ministros religiosos têm direito a prisão especial e estão dispensados de prestar serviço militar.

Bastaram dois dias úteis e R$ 218,42 em despesas de cartório para a reportagem da Folha criar uma igreja. Com mais três dias e R$ 200, a Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio já tinha CNPJ, o que permitiu aos seus três fundadores abrir uma conta bancária e realizar aplicações financeiras livres de IR (Imposto de Renda) e de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Seria um crime perfeito, se a prática não estivesse totalmente dentro da lei. Não existem requisitos teológicos ou doutrinários para a constituição de uma igreja. Tampouco se exige um número mínimo de fiéis.

Basta o registro de sua assembleia de fundação e estatuto social num cartório. Melhor ainda, o Estado está legalmente impedido de negar-lhes fé. Como reza o parágrafo 1º do artigo 44 do Código Civil: "São livres a criação, a organização, a estruturação interna e o funcionamento das organizações religiosas, sendo vedado ao poder público negar-lhes reconhecimento ou registro dos atos constitutivos e necessários ao seu funcionamento".

A autonomia de cada instituição religiosa é quase total. Desde que seus estatutos não afrontem nenhuma lei do país e sigam uma estrutura jurídica assemelhada à das associações civis, os templos podem tudo.

A Igreja Heliocêntrica do Sagrado EvangÉlio, por exemplo, pode sem muito exagero ser descrita como uma monarquia absolutista e hereditária. Nesse quesito, ela segue os passos da Igreja da Inglaterra (anglicana), que tem como "supremo governador" o monarca britânico.

Livrar-se de tributos é a principal vantagem material da abertura de uma igreja. Nos termos do artigo 150, VI, b da Constituição, templos de qualquer culto são imunes a impostos que incidam sobre o patrimônio, a renda e os serviços, relacionados com suas finalidades essenciais.

Isso significa que, além de IR e IOF, igrejas estão dispensadas de IPTU (imóveis urbanos), ITR (imóveis rurais), IPVA (veículos), ISS (serviços), para citar só alguns dos vários "Is" que assombram a vida dos contribuintes brasileiros. A única condição é que todos os bens estejam em nome do templo e que se relacionem a suas finalidades essenciais -as quais são definidas pela própria igreja.

O caso do ICMS é um pouco mais polêmico. A doutrina e a jurisprudência não são uniformes. Em alguns Estados, como São Paulo, o imposto é cobrado, mas em outros, como o Rio de Janeiro e Paraná, por força de legislação estadual, igrejas não recolhem o ICMS nem sobre as contas de água, luz, gás e telefone que pagam.

Certos autores entendem que associações religiosas, por analogia com o disposto para outras associações civis, estão legalmente proibidas de distribuir patrimônio ou renda a seus controladores. Mas nada impede -aliás é quase uma praxe- que seus diretores sejam também sacerdotes, hipótese em que podem perfeitamente receber proventos.

A questão fiscal não é o único benefício da empreitada. Cada culto determina livremente quem são seus ministros religiosos e, uma vez escolhidos, eles gozam de privilégios como a isenção do serviço militar obrigatório (CF, art. 143) e o direito a prisão especial (Código de Processo Penal, art. 295).

Na dúvida, os filhos varões dos sócios-fundadores da Igreja Heliocêntrica foram sagrados minissacerdotes. Neste caso, o modelo inspirador foi o budismo tibetano, cujos Dalai Lamas (a reencarnação do lama anterior) são escolhidos ainda na infância.

Voltando ao Brasil, há até o caso de cultos religiosos que obtiveram licença especial do poder público para consumir ritualisticamente drogas alucinógenas.

Desde os anos 80, integrantes de igrejas como Santo Daime, União do Vegetal, A Barquinha estão autorizados pelo Ministério da Justiça a cultivar, transportar e ingerir os vegetais utilizados na preparação do chá ayahuasca -proibido para quem não é membro de uma dessas igrejas.

Se a Lei Geral das Religiões, já aprovada pela Câmara e aguardando votação no Senado, se materializar, mais vantagens serão incorporadas. Templos de qualquer culto poderão, por exemplo, reivindicar apoio do Estado na preservação de seus bens, que gozarão de proteção especial contra desapropriação e penhora.

O diploma também reforça disposições relativas ao ensino religioso. Em princípio, a Igreja Heliocêntrica poderá exigir igualdade de representação, ou seja, que o Estado contrate professores de heliocentrismo.

Imunidade visa assegurar a liberdade de culto

A lógica por trás da imunidade tributária para igrejas é colocá-las a salvo de uma da mais formidáveis armas de destruição em massa à disposição do Estado: os impostos.

Com efeito, nunca foi muito difícil para governantes inviabilizar as atividades de seus desafetos apenas aumentando as taxas que incidem sobre o seu negócio. A imunidade seria assim um reforço econômico ao princípio constitucional que estabelece a liberdade de culto.

O raciocínio é irretocável. O único problema é que ele poderia ser aplicado a todos os ramos de atuação. Por que igrejas devem ser protegidas, mas não o comércio, a indústria e profissionais liberais em geral?

Como o poder público não pode dar-se ao luxo de deixar escapar toda a sua base de arrecadação, o constituinte fez uma opção preferencial pela religião quando a contemplou com a imunidade. Concedeu a igrejas um benefício que não é nem pode ser estendido a todos.

Encontram-se em categoria semelhante partidos políticos, sindicatos, instituições sem fins lucrativos voltadas à educação e à assistência social e certos produtos culturais -o papel para impressão de livros, jornais e periódicos é imune a tributação. São atividades que, ou bem lidam com conteúdos político-ideológicos sensíveis, ou poupam o Estado de incorrer em gastos sociais, ou ainda têm como apanágio a livre circulação de ideias.

A religião, porém, devido a suas particularidades epistemológicas, goza de autonomia substancialmente maior do que suas congêneres. A lei define de modo mais ou menos preciso o que é uma instituição filantrópica e quais requisitos ela precisa cumprir para fazer jus às vantagens fiscais. Já as igrejas, até por supostamente lidarem com o outro mundo, são refratárias a controle prévio. Que autoridade terrena pode garantir não ser a vontade de Deus que os fiéis de um culto consumam chás alucinógenos ou recusem transfusões de sangue?

Na prática, o único controle que o Estado acaba exercendo é o dos pontos mais fundamentais do Código Penal. Não se pode criar um culto que envolva sacrifícios humanos ou que substitua o dízimo por assaltos a banco. Pode-se, porém, pleitear o direito ritualístico de consumir drogas e, ao contrário de comerciantes inescrupulosos, não é preciso temer os dispositivos do Código do Consumidor que punem, por exemplo, a propaganda enganosa.

Muitos verão aí uma vulnerabilidade do sistema. Pode ser. Mas, aceitando-se o pressuposto de que a plena liberdade de culto é um valor a preservar, não existe muita saída.

Aqui, parece mais razoável ou eliminar qualquer tratamento diferenciado para as igrejas ou aceitar as consequências dos privilégios a elas concedidos como mais um dos paradoxos da democracia.

Outros países também dão concessões

A concessão de facilidades a igrejas não é uma exclusividade do Brasil. Certos países ocidentais vão ainda mais longe e, além de oferecer isenções tributárias, chegam até mesmo a sustentar diretamente alguma religião.

É o caso da Argentina, onde arcebispos, bispos e bispos auxiliares católicos têm seus salários pagos pelo poder público.

Na Espanha, até 2006, a Igreja Católica punha as mãos em 0,5239% do Imposto de Renda recolhido às pessoas físicas. Depois de 2006, após acordo entre o governo espanhol e bispos, ela fica com uma porcentagem que varia entre 0,5% e 0,7%, mas só dos contribuintes que indicarem na declaração que desejam financiar a Santa Sé.

Na Itália vigora o "otto per mille", sistema pelo qual 0,8% do IR de cada contribuinte vai para a igreja de sua preferência ou para um programa de assistência social.

Até na França, pátria do laicismo (e do anticlericalismo), igrejas gozam de certas vantagens fiscais e o contribuinte pode abater de seu IR parte do valor de doações.

No mundo germânico, a situação não é muito diferente. Na Áustria, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Islândia, Suécia e em alguns cantões da Suíça existe o "Kirchensteuer" (imposto da igreja). Isso significa que o Estado faz as vezes de coletor de "dízimo" para as instituições religiosas. Nos países em que há uma igreja oficial, ela costuma também receber subvenções diretas.

Na Alemanha nominalmente laica a "facada" é o correspondente a 8% ou 9% do imposto devido de cada contribuinte. Os que se declararem agnósticos ou ateus se livram da taxa. Na Islândia, não há saída: quem não pertence a nenhuma confissão paga o tributo para a Universidade da Islândia.

Curiosamente, é nos EUA, o templo da religiosidade no Ocidente, que o sistema se afigura um pouco mais racional. Ali, as isenções não são absolutas nem incondicionais. Se a igreja se meter muito escancaradamente em ações de lobby, em campanhas eleitorais ou se violar políticas públicas consideradas fundamentais (como o combate ao racismo), pode perdê-las.

Fonte: Folha de São Paulo

O interessante é que: as igrejas são isentas de impostos, mas não isentam seus fies deles. Enquanto isso, os chefões fundadores dessas máquinas de fazer dinheiro (as tais igrejas), vivem no mais puro luxo patrocinado por pessoas que caem no conto do pescador. E Deus, entra onde nisso?  Só não me venham dizer que é nos 10%.

20 comentários:

  1. Quase perfeito o artigo, só peca por generalizar. Há pessoas sinceras, que trabalham de graça e dedicam realmente a vida a tentar salvar o irmão. Não estou ganhando nada para escrever isso e nem sou uma dessas pessoas, mas convivo ao lado de uma e respeito o seu direito de crer. Queira ou não, as boas igrejas salvam muitas vidas, tem projetos e ações sociais e ainda temem que você se perca e vá para o inferno. Muitos profissionais tiveram sua formação patrocinadas por essas igrejas e hoje também ajudam. Não deixe sua revolta, motivada por mercenários televisivos milionários atingir gente decente, que também se revolta com esses mercenários.

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  2. Toda religião é podre.

    Ter fé é de cada criatura e não precisa de templos ou doutrinas, se quer ajudar, não precisa professar nem vomitar a sua fé sobre os outros, mesmo porque não há uma verdade universal, há sim o direito de escolha de cada um, certo ou errado, cada um responderá por seus atos.

    E é claro que as pentecostais e afins continuarão lucrando, é mais fácil por a culpa no misterioso, no capeta, do que assumir as próprias m... cada um é sim responsável por seus atos.

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  3. imposto é algo que vc tem a OBRIGAÇAO de pagar, e na igreja vc nao tem obrigaçao de dar oferta! #ficadica ;)

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  4. se agente não pagar os impostos iremos pra cadeia, até que não é tão ruim não É??? por que se o crente não pagar o dizimo e não contribuir para a obra de deus(mansão dos pastores e bispos) VÃO QUEIMAR ETERNAMENTE NO FOGO DO INFERNO!!!!
    justo como o roberto.....ráá

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  5. Respondendo ao comentário acima. Realmente você não tem obrigação de pagar imposto. Mas será que a lavagem cerebral na cabeça das pessoas não as "obrigam" a pagar?
    Tipo, se você não pagar o dízimo como está escrito na Palavra de Deus você irá para o inferno, "Deus quer que sigamos a biblia e nela fala que deve-se pagar o dízimo". Será que meio que indiretamente não há uma certa obrigação?
    Sou a favor que Deus só quer que sigamos o caminho do bem, ajudando as pessoas e buscando ser uma pessoa melhor a cada dia. As instituiçoes religiosas de hoje não dao muita credibilidade. É o que penso.

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  6. Talvez um dos temas mais discutidos pela humanidade em toda a sua existência seja “religião”.
    As pessoas vivem falando sobre as religiões, sobre os deuses, sobre o céu e o inferno...
    Todos sabem que a verdadeira questão não é a religião ou Deus.
    A real preocupação está no que acontece depois da morte.
    As pessoas querem mesmo é saber o que irão encontrar DEPOIS.
    Qual seria a sua preocupação se soubesse que não morreria, que é imortal? Nenhuma - é lógico!
    Por que se preocupar com Deus se ele não tiver poder sobre a alma?
    Se ele não pudesse lhe “mandar” para o céu ou para o inferno?
    O que ele cobraria de você se você não pudesse morrer?
    A morte é a questão essencial. Sem a morte não haveria religião ou deuses.
    Diretamente, através da verdade, ou indiretamente, através das religiões, a morte é a questão central.
    Como conseguir viver acreditando que tudo que você conquistou até hoje é seu de verdade, se esta vida vai acabar na morte? Dessa forma, a vida não teria sentido, seria apenas casualidade.
    Mas é assim que acontece com a vida: quando menos espera, você morre e "acaba" tudo.
    Os cristãos acreditam que a fé em Jesus Cristo proporciona aos seres humanos a salvação e a vida eterna. Alguns crêem que precisam cumprir certas obras para obter a salvação (salvação por obras).
    Outros crêem que a fé só pode ser demonstrada se a pessoa agir de acordo com aquilo que crê (salvação pela fé no sacrifício), embora o que salve seja a fé.
    A visão cristã sobre a vida após a morte envolve, geralmente, a crença no céu e no inferno.
    Não há como negar, a religião existe por causa da morte! A morte continua sendo o centro.
    E, no final das contas, a religião nada mais é do que uma tentativa de fuga para a imortalidade.

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  7. ainda bem que sou ateu
    rsrsr só esses trouxas pra darem dinheiro pra esses vagabundos

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  8. As igrejas pagam inposto sim (pelo menos a minha paga).
    Antes de fazer seu julgamento, pesquise mais... --'

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  9. Nâo sei se igreja realmente não paga imposto.
    Sei que jornal, revista mesmo pornográfica não pagam e que jornalista tem aposentadoria especial...

    Sei que o imposto que EU pago não está voltando para mim como um serviço de qualidade


    e finalmente:
    Sei que o único pecado que não tem perdão é o pecado contra o espírito santo, isto é, atentar contra a fé em Cristo...

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  10. topico todo equivocado desde o inicio.
    Igreja nao cobra o dizimo, da quem quiser. E mais imbecil ainda sao os comentarios aki chamando os cristaos de troxas, otarios etc... Que soh falam coisa sem nexo.

    Se vai criticar conheça pelo - um pouco do assunto antes de postar qualquer asneira

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  11. Não sei se a minha igreja paga imposto, mas só o aluguel dela é R$13.000,00 (treze mil reais) por mês.

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  12. tá, não cobra o dizimo, éo dá quem quer ter um lugar no ceu, e não ir para o inferno.

    não cobra, só persegue e humilha aqueles que não pagam.

    não é a toa que chamam de crentes, acreditam em tudo que o pastor fala, e manda (tanto que são chamados de crentinos)

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  13. Vocês sao loucos... dizem que todas as igrejas os dizimo e a oferta vão para os patores

    decadencia eu acho que nunca foram numa igreja

    1º O pastor nao pode cuidar do dizimo e da oferta, neem mesmo ser tesourero

    2º Cada um da de boa vontade, mas essa boa vontade é tao pouco, que nao minha igreja a algum tempo, neem sobrava dinheiro de recadoçoes do dizimo ofertas

    ficava no zero
    por causa de de agua luz imposto e tudo que tem que gasta e nada vai pra mao de pastor, alias Pastor tem casa boa, pelo menos o meu vive numa casinha simples, muito simples.

    A minha paga imposto... e é caro
    vai quase todo o dinheiro embora.

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  14. me prove onde as igrejas sao maquinas de fazer dinheiro

    se elas gastam tudo com manutençao da mesma?

    voce assistem muita televisao e jornazinho

    nunca foram numa igreja pra falar que os pastores roubam o dizimo

    quem lucra nao sao os pastores
    sao o governo: com imposto
    aluguel: o dono do salao
    agua: prefeitura o Sabesp
    Luz: Eletro

    e o pastor nao ganha nada com isso
    os que eu conheço neem ve a cor do dinheiro
    quem se dana é os tesoureros que tem que correr a tras de tudo.

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  15. Isso não é estado laico. É estado teocrático. Uma constituição que se afirma laica e dá suporte aos religiosos - principalmente cristãos e evangélicos - com direitos excepcionais quanto ao pagamento de impostos e prisões especiais precisa ser revista.


    "Igreja nao cobra o dizimo, da quem quiser."

    "Ou dá ou desce!"

    E assim, o ignorante, consumido pelas falácias e sofismas de certas igrejas, com medo de um inferno criado pelos homens DÁ! Ninguém precisa saber que certas empresas, digo, igrejas, lucram enquanto tolos têm suas riquezas sendo subtraídas por charlatães amparados por uma constituição que mais se parece uma bóia furada, cheia de emendas.


    Revisão constitucional já! Educação já! Validação do Estado laico já! Religião e governo hão de ser separados sem privilégios ou propinas.

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  16. Toda religião é mercenária. E o governo encobre esse mercenarismo nojento. Religião só serve para separar o homem. Quem ama a Deus não precisa de ninguem para ler biblia e nem encomendar a sua alma.
    São todos canalhas, padres e pastores. São mercenários, larápios e safados. O lugar de quem mexe com religião é no infernooooo.

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  17. A Biblia diz que esses mercenarios do Cristo vão ajustar contas. Isso esses fdp não pregam em suas igrejas. Roubam igual ratos de sacristia.

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  18. por que se referem o termo IGREJA ? a lei não serve somente a igrejas , e sim a sinagogas , casa de santo , umbanda , camdomblé , templo budista ....
    reportagem tendenciosa , quer jogar o evangelho de Jesus na lama , a globo ja fez muito isso mas vejo que não é única.

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  19. Lamentavel como tem pessoas que utilizam templos em busca de fuga com medo da morte, pura supersticao ceu inferno. os pastores acharam um grande filao a Prosperidade atraves da fe e tem gente que acredita, ainda bem q sou Fiel salve o corinthians.

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  20. a grande moda deste seculo é o ateismo constante crescimento enquanto as igrejas brigam sagazmente por fieis e poder esquecem de almas e céus, e acabam por perder seu sentido sabor e credibilidade...

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